the old days
titul em ingles que coisa de thiago, os dias em que eu me espresava melhor em ingles que em portugues passaram a muito tempo e meu ingles jah deterioro muito, muito mais que eu gostaria de admitir...
enfim, tava olhando meu antigo blog, remexendo procurando meu post do natal do ano passado, mas eu soh consgio ver os 50 posts mais recentes intaum eu peguei os 50 posts mais recentes e transformei num soh, agora tenho de deletar esses 50, para ver os outros 49, e repetir até chegar no natal do ano passado ou o incio do blog, que eu naum lembro quando fiz... hhmmm bem isso eu achei, tah legalsinho, não tah otimo mas...
eu acordei suado, cansado, exausto, era um sonho, eu sabia. nunuca pensei contrario. mas era uma ideia taum aterroradora... que eu continuo tremendo. e o motivo? o motivo eh facil, porque por mais que eu esteja sonhando agora, eu sei que eh uma realidade muito proxima. É claro que eh proxima num tem porque naum ser, num tem porque ela ser fiel porque ela seria? ela me ama? ela me ama como amo ela? claro que não. ela soh tah curtindo o momento, e agora, isso me apavora, isso me apavora tanto que quando eu realmente estou com ela eu soh sinto medo, e congelo e me controlo me policio, pq se eu me soltar, se fizer uma coisa errada, ela vai embora, e se ela for, o que eu faço? eu num faço nada, eu fico... fico fudido, fico sem fuder. mas eu tenho de dar um jeito nisso porque se eu ficar assim ela vai embora... calmamente eu me levanto e vou ao banheiro lavo o meu rosto a agua gelada, clareia minha mente, me relaxa, me deixa arrepiado, um breve momento de abstração. Breve. Breve de mais, pois cedo de mais ela volta, ali no relfexo do espelho sentada na privada, olhando pra mim e rindo, aquele rosto branco como leite, cabelos lissos, no ombro, negros, aquele gigantescos olhos azuis, semi fechados, olhando pra mim, olhando, ela acha graça, ela olha nos meus olhos pelo espelho e acha graça de minha dor, ela ri, ela ri! minha dor se torna em raiva, eu fecho minha mão em um punho e ela continua a meolhar com cara de desprezo como se fosse inferior como se fosse, dele, mas eh mentira? não não eh mentira eu sou dela. e ao mesmo tempo não sou nada dela, desprezado, olho ela, nos olhos, pelo espelho. não. eu me viro para ver ela de verdade. mas ela não esta lah, foi soh um lapso. minha força vai embora eu eu caio nos meus joelhos deixo meu corpo cair sobre a privada. não. não via continuar assim, ela vai me amar, como eu amo ela. eu me levanto e vou a cozinha eu ligo pra ela, no momento em que ela atende o telefone um sorriso vem a meu rosto, não tem como impedir, ela me deixa feliz de mais, ela dis que tah ocupada, que não pode sair, hj que vai me ligar no dia, seguinte, na tipica voz meiga dela, eh como se eu sentisse lingue dela dançando enquanto ela fala. Mas quando ela desliga o telefone tudo passa, eu volto pro poço, não consigo, que amor eh esse? é um vicio. ela me prendeu. ela tirou minha liberdade. ela monopolizou todo meu motivo para viver. isso não eh certo. não vou deixar assim, tenho de vela. eu saio correndo como estou vou a porta. quando sinto a fria macaneta de metal na minha mão eu me dou conta de meu traje, não eh apropriado. eu volto para o quarto me visto. sem muito tomo o maximo de cuidado para parecer que estou mal mal vestido sem querer, mas um mal vestido bonito, do jeito que ela gosta. e assim saio porta afora.
bleh hehe isso jah sou eu no dia de natal, acabo a historinha, aparentemente eu fiquei sem saco, isso que eu disse pelo menos. soh pra constatar eu toh feliz, não toh triste. nem um poco! mas eu tava conversando com o bode e falei que eu gostava da minha vida que ela não era muito sofrida, que eu não tava fazendo parte da discução porque eu não entendia muito bem o ponto de vista, porque pra mim isso não era muito possivel. mas revisando meu otro blog que é onde eu desabafo secretamente de vez em quando eu vi um post bem deprimido de... novembro... acho que é isso. e meio que parei pra pensar se o que eu disse pro bode é verdade, bem, eu acho que sim. mesmo quando eu toh triste num é algo muito serio. queria mandar o indereço do otro blog pra ele, soh pra ele ver que é normal, mas honestamente eu não confio nele tanto assim...
acabo
enfim, tava olhando meu antigo blog, remexendo procurando meu post do natal do ano passado, mas eu soh consgio ver os 50 posts mais recentes intaum eu peguei os 50 posts mais recentes e transformei num soh, agora tenho de deletar esses 50, para ver os outros 49, e repetir até chegar no natal do ano passado ou o incio do blog, que eu naum lembro quando fiz... hhmmm bem isso eu achei, tah legalsinho, não tah otimo mas...
eu acordei suado, cansado, exausto, era um sonho, eu sabia. nunuca pensei contrario. mas era uma ideia taum aterroradora... que eu continuo tremendo. e o motivo? o motivo eh facil, porque por mais que eu esteja sonhando agora, eu sei que eh uma realidade muito proxima. É claro que eh proxima num tem porque naum ser, num tem porque ela ser fiel porque ela seria? ela me ama? ela me ama como amo ela? claro que não. ela soh tah curtindo o momento, e agora, isso me apavora, isso me apavora tanto que quando eu realmente estou com ela eu soh sinto medo, e congelo e me controlo me policio, pq se eu me soltar, se fizer uma coisa errada, ela vai embora, e se ela for, o que eu faço? eu num faço nada, eu fico... fico fudido, fico sem fuder. mas eu tenho de dar um jeito nisso porque se eu ficar assim ela vai embora... calmamente eu me levanto e vou ao banheiro lavo o meu rosto a agua gelada, clareia minha mente, me relaxa, me deixa arrepiado, um breve momento de abstração. Breve. Breve de mais, pois cedo de mais ela volta, ali no relfexo do espelho sentada na privada, olhando pra mim e rindo, aquele rosto branco como leite, cabelos lissos, no ombro, negros, aquele gigantescos olhos azuis, semi fechados, olhando pra mim, olhando, ela acha graça, ela olha nos meus olhos pelo espelho e acha graça de minha dor, ela ri, ela ri! minha dor se torna em raiva, eu fecho minha mão em um punho e ela continua a meolhar com cara de desprezo como se fosse inferior como se fosse, dele, mas eh mentira? não não eh mentira eu sou dela. e ao mesmo tempo não sou nada dela, desprezado, olho ela, nos olhos, pelo espelho. não. eu me viro para ver ela de verdade. mas ela não esta lah, foi soh um lapso. minha força vai embora eu eu caio nos meus joelhos deixo meu corpo cair sobre a privada. não. não via continuar assim, ela vai me amar, como eu amo ela. eu me levanto e vou a cozinha eu ligo pra ela, no momento em que ela atende o telefone um sorriso vem a meu rosto, não tem como impedir, ela me deixa feliz de mais, ela dis que tah ocupada, que não pode sair, hj que vai me ligar no dia, seguinte, na tipica voz meiga dela, eh como se eu sentisse lingue dela dançando enquanto ela fala. Mas quando ela desliga o telefone tudo passa, eu volto pro poço, não consigo, que amor eh esse? é um vicio. ela me prendeu. ela tirou minha liberdade. ela monopolizou todo meu motivo para viver. isso não eh certo. não vou deixar assim, tenho de vela. eu saio correndo como estou vou a porta. quando sinto a fria macaneta de metal na minha mão eu me dou conta de meu traje, não eh apropriado. eu volto para o quarto me visto. sem muito tomo o maximo de cuidado para parecer que estou mal mal vestido sem querer, mas um mal vestido bonito, do jeito que ela gosta. e assim saio porta afora.
bleh hehe isso jah sou eu no dia de natal, acabo a historinha, aparentemente eu fiquei sem saco, isso que eu disse pelo menos. soh pra constatar eu toh feliz, não toh triste. nem um poco! mas eu tava conversando com o bode e falei que eu gostava da minha vida que ela não era muito sofrida, que eu não tava fazendo parte da discução porque eu não entendia muito bem o ponto de vista, porque pra mim isso não era muito possivel. mas revisando meu otro blog que é onde eu desabafo secretamente de vez em quando eu vi um post bem deprimido de... novembro... acho que é isso. e meio que parei pra pensar se o que eu disse pro bode é verdade, bem, eu acho que sim. mesmo quando eu toh triste num é algo muito serio. queria mandar o indereço do otro blog pra ele, soh pra ele ver que é normal, mas honestamente eu não confio nele tanto assim...
acabo

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